ECONOMIA NA SAÚDE

26 de maio de 2010

Brasil deixa de importar sete remédios

O Brasil deixará de importar sete medicamentos considerados essenciais pelo Ministério da Saúde, o que resultará em uma economia de R$ 170 milhões por ano. A compra desses produtos custa em média R$ 850 milhões anuais. Com isso, a lista de medicamentos estratégicos produzidos no país sobe para 21.

Oanúncio foi feito ontem pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Segundo Temporão, foram realizadas novas parcerias entre empresas públicas e privadas para a produção desses medicamentos, distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os medicamentos que entram na relação, estão remédios para o tratamento de Alzheimer, aids, osteoporose, tuberculose, hemofilia e asma, além de imunossupressores (para pacientes submetidos a transplantes) e o contraceptivo DIU.

A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) usará a lista no processo de análise de registro de produtos, dando prioridade àqueles considerados estratégicos.

Haverá transferência de tecnologia para a fabricação dos produtos em oito instituições públicas e 13 privadas. Neste ano, pelo menos cinco medicamentos já começam a ser fabricados no país. A lista inclui também equipamentos para o diagnóstico de doenças, como aparelhos auditivos e produtos que ajudam a determinar doenças como tuberculose, dengue, malária, além de hepatites e aids.

Fonte:

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